quinta-feira, 11 de setembro de 2008


De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama,

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama,

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
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Eu sei que eu falo demais, más eu não canso de dizer:
-Eu te amo deste tamanho-


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Aprendi a amar com você e a confiar também, tivemos um começo um pouco complicado más nada que o convivio e o conhecimento do outro não mudaram. Sou grato por tudo até hoje que aconteceu com a gente. Te amo mais que tudo, mais que a mim mesmo, por isso eu lhe dei isto.

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E ainda depois disso você me surpreendeu, me mostrando sentimentos que eu nunca tinha sentido por ninguém, você fez eu sentir uma coisa sem igual:
Reciprocidade. Você é minha chave, por assim dizer.

Te amo hoje, amanhã e sempre meu amor.

Para Mayara Ribeiro Santana.
Do seu, sempre seu Carlos Eduardo.

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